Contagem regressiva para adequação ao IFRS
Chega um novo ano e com ele um importante deadline a ser cumprido pelas companhias de capital aberto no Brasil. É a adequação às Normas Internacionais de Contabilidade, conhecidas pelo mercado como IFRS (Internacional Financial Reporting Standarts). Segundo o cronograma, empresas brasileiras listadas na bolsa têm até o final de 2010 para convergirem suas práticas contábeis dentro de um único padrão.
Essa harmonização não é simples e vai muito “além dos números”. Pode levar um período significativo de tempo, e se não for adequadamente estruturada, acarretará em custos além dos previstos e comprometimento do prazo.
Apesar de o deadline de 2010 ser exigido, em um primeiro momento, apenas às chamadas “companhias abertas” essa adequação é vista por muitos especialistas como um caminho único de competitividade, para todos aqueles que pretendem atuar internacionalmente. Um processo bem estruturado poderá gerar benefícios como: ampliação da transparência e de credibilidade, melhor padronização dos sistemas de controle, facilidade de crédito na captação de recursos e preparo para encarar um mercado globalizado.
Expertise mundial (Gestão de projetos)
A Protiviti Brasil acaba de trazer de seus escritórios na Europa uma abordagem diferenciada de gerenciamento de projetos com foco na convergência para o IFRS. Trata-se de um catalisador de informações que tem como premissa realçar a importância do envolvimento estratégico e do acompanhamento dessa transição pela alta administração e por seus comitês responsáveis.
É um trabalho único, com atuação abrangente, capaz de traçar um raio X completo das práticas contábeis versus IRFS, e de identificar gaps e priorizá-los. O modelo define um plano detalhado com prazos e responsabilidades para a implementação das ações necessárias, apresentando cronogramas factíveis e uma leitura de desempenho acessível a todos os envolvidos. A solução orientada para o IFRS, sugere análise de dados e de sistemas de informação, comunicação, treinamento e políticas estratégicas.
Na Europa, onde o IFRS está amplamente difundido, a Protiviti desenvolveu este trabalho de gestão em dezenas de grandes corporações, dos mais diversos segmentos, como indústrias, bancos e empresas de energia e telecomunicação, com atuações em países como França, Itália e Holanda. “Trouxemos um know-how consagrado para aplicar neste ano decisivo no Brasil. Dependendo da situação da empresa os esforços para cumprir com o deadline terão que ser multiplicados. É preciso priorizar”, explica Waldemir Bulla, sócio-diretor da Protiviti Brasil.


